10/27/2008

Nina Hagen, a linda garota roqueira de Berlim






NINA HAGEN (nascida Catharina Hagen no dia 11 de Março de 1955, na cidade de Berlim) é uma cantora alemã de grande sucesso por sua atuação e suas extravagancias vocais, também muito conhecida por seu visual exótico.
Filha da atriz Eva Marie Hagen e do escritor Hans Hagen, teve seus pais divorciados quando ela tinha dois anos. Oito anos depois, sua mãe casou-se novamente. O padastro de Nina foi o dissidente poeta/compositor Wold Biermann. Durante sua infância, Nina fez parte de várias organizações jovens da Alemanha Oriental, embora a presença do protestante Biermann em sua vida lhe era um pouco problemática.
Quando ela estava com 17 anos, ela foi reprovada num exame controlado pelo governo na Escola de Atores da Alemanha Oriental, em Schonweide, Berlin. Apesar disso, ela foi para a Polônia, onde morou vários meses e tocou com uma banda pela primeira vez. No ano seguinte, ao retornar para a Alemanha Oriental, ela matriculou-se no Studio fur Unterhaltungsmusik (Estúdio de Música Popular) e graduou-se um ano depois com prestígio. Como parte de seu treinamento, ele fez uma turnê pela Alemanha Oriental por dois meses.
Ela passou vários anos viajando pela Alemanha Oriental com a Alfons Wonneberg Orchestra, porém, ela acabou se cansando disso e resolveu montar sua própria banda, a Automobil. Desde então, ela lotou sua agenda de shows. Quase sempre ela se apresentava por até oito horas seguidas e, pelo fato de estar trabalhando demais, ela foi advertida pelo seu médico a dar uma parada.Ela parou, mas ressurgiu poucos meses depois com uma outra banda, a Fritzens Dampferband. Já cansada novamente, Nina teve a oportunidade de deixar o país, quando seu padastro foi expulso da Alemanha em 1976 (na verdade, nessas alturas ela não via a hora de sair do país). Ela chegou na República Federal da Alemanha (isto é, na Alemanha Ocidental) e logo conseguiu um contrato para a gravação de seu trabalho.
Um ano maias tarde, Nina embarcou para Londres para conferir qual era o estilo musical do Reino Unido.Ela não disperdiçou a chance de conhecer o Slits e escrever algumas letras com o vocalista desta banda, Ari Up. De volta à Berlin Ocidental, em meados de 1977, ela conheceu os integrantes de sua futura banda, a Nina Hagen Band: o guitarrista Bernard Potschka, o baixista Manfred Praeka, o baterista Herwig Mitteregger e o tecladista Reinhold Heil. Nina gravou seus primeiros álbuns na Alemanha. O primeiro, chamado simplesmente de The Nina Hagen Band (1978), enquadrava-se mais à geração new wave americana do que à geração punk inglesa. Sua voz frenética e estridente suava diferente em músicas como TV Glotzer (uma regravação de "White Punks on Dope" do Tubes), Gott Im Himmel (um cover de "Spirit in the Sky" de Norman Greenbaum) e a poderosa Auf'm Friedhof.
Seu segundo LP, Unbehagan, lançado em 1979, estourou com o single African Reggae, que teve uma repercusão considerável em estações de rádio alternativas. Em 1979, sua aparição no filme Cha Cha causou impacto na geração new wave do cenário underground de Amsterdam. A trilha sonora desse filme marcou a primeira de várias colaborações da diva new wave, Lene Lovich, que Nina conheceu no set de filmagem. Desde então, elas mantiveram uma amizade pessoal e uma relação profissional. Na verdade, Nina incluiu uma versão em alemão do hit new wave de Lovich, "Lucky Number" (Wir Leben Immer Noch), no álbum Unbehagan; e, em 1986, as duas cantaram juntas em "Don't Kill the Animals", uma música sobre os diretos dos animais, que saiu em várias coletâneas.
Nina acabou com sua banda após o lançamento do segundo álbum em 1979 e decidiu seguir carreira solo. Com isso, ela adquiriu um certo grau de infâmia e, não exatamente fama, em seu país de origem, pois suas letras, absolutamente sem nexo, resultaram num alto nível de condenação da imprensa. Nina continua a seguir seu estilo de vida rock'n'roll com um certo grau de fama e notoriedade, especialmente quando volta para a Alemanha. Em 1985, um show dela em Tokio foi acompanhado pela Orquestra Filarmônica Japonesa e dirigido por Eberhard Schoener .
Também em 1985, Nina tocou ao vivo para milhares de fãs, no Rock in Rio 1. Mais recentemente, Nina finalizou a turnê "Brecht" junto com a atriz alemã Meret Becker. Ela também continuou aparecendo em filmes, tais como Portrait Of A Woman Drinker e Pepi, Luci, Bom, de Pedro Almodovar. Veja a lista completa de participações cinematográficas de Nina, em The Internet Movie Database.Acredite ou não: Nina Hagen tem dois filhos: Cosma Shiva (nascida em 1981 que, por sinal, tem se mostrado uma excelente atriz) e Otis (nascido em 1990).

Nina Hagen beija sua mãe, a atriz Eva-Maria Hagen, no mês de março de 2008

Fonte:
Blog Aberto Para a Energia

Discografia:

  • Nina Hagen Band (1978)
  • Unbehagen (1979)
  • NunSexMonkRock (1982)
  • Angstlos (1983)
  • In Ekstase (1985)
  • Punk Wedding EP (1987)
  • Nina Hagen (1989)
  • Street (1991)
  • Rock aus Deutschland: Nina Hagen
  • Die Dreigroschenoper (1999)
  • Revolution Ballroom (1993)
  • Freud Euch (1995)
  • Om Namah Shivay (1999)
  • Return of the Mother (2000)
  • Big Band Explosion (2003)
  • Irgendwo auf der Welt (2006)


10/24/2008

Biografia de Bill Graham

Capa do livro lançado nos Estados unidos e no Brasil


Ele foi um dos grandes nomes do rock. Foi o homem que, como empresário e produtor, transformou o rock em negócio bem feito, inclusive descobrindo talentos que surgiram na década de 1960, entre eles a inesquecível Janis Joplin. Ele também trabalhou com os grandes astros do gênero como Led Zeppelin, Rolling Stones e Jeferson Airplane, só para citar apenas estes três nomes. A biografia Bill Graham Apresenta; Minha Vida dentro e Fora do Rock, lançada no Brasil pela Editora Barracuda, de autoria do próprio Graham em parceria com Robert Greefield, torna-se uma leitura obrigatória para quem gosta de rock e para aqueles que admiram uma figura como Graham, um judeu nascido na Alemanha em 1931, já quando o nazismo imperava.
Não aguentando a barra pesada da guerra na Europa, Bill Graham fugiu para a França em 1939, e de lá foi mandado para os Estados Unidos no ano de 1941. O início foi difícil para ele, que viveu com uma família adotiva no Bronx e trabalhou como garçon nos grandes hotéis de Catskills, em Nova Iorque. Porém, quando descobriu sua verdadeira vocação no início dos anos 1960, em São Francisco, na California, tornou-se um dos maiores empresários de rock de todos os tempos. Durante mais de três décadas ele teve participação atuante no seu Filmore West, no qual desfilavam os artistas que se transformariam em grande nomes da história do rock. Graham, um homem inquieto, vivia para o trabalho, assim participou do Trips Festival, Woodstock, Live Aid (concerto beneficente), e a turnê da Anistia Internacional. Além disso, trabalhou com grandes estrelas a exemplo de Bob Dylan e Carlos Santana, entre tantos outros que fazem parte de sua biografia. O livro é narrado por Bill Grahan e por gente que o conheceu muito bem: sua família, Keith Richards, Grace Slick, Jerry Garcia, Robbie Robertson, Eric Clapton e até o ator Peter Coyote. "Essa é a vida do criador da indústria do rock como conhecemos hoje, apresentada tal qual um show: rápido e furioso", escreveu muito bem a Assessoria de Imprensa da Editora Barracuda no release de apresentação da obra que está disponível nas melhores livrarias de todo o Brasil. O prefácio é apresentado por Pete Townshend: " Bill (Graham) juntou sua turma em volta de si para fazer sua apresentação, a maioria mais novos do que ele, e nos puxou para dentro daquele mundo de revolução no universo do show-business do rock, sempre em transformação, com a autoridade de um menino chefe de um grupo de escoteiros: mandão, mas ao mesmo tempo generoso", diz o ex-integrante de uma das maiores e melhores bandas surgidas nos anos de 1960, a famosa The Who. Vale conferir.
Bill Graham posa em frente ao Filomore West, que apresentaria shows das bandas Grateful Dead e Blue Brothers. Acima ele observa o auditório de sua casa de shows

10/17/2008

Jerry Lee Lewis: The Killer





Matéria sobre Jerry Lee Lewis clonada da Wikipédia

Nascido em Ferriday, Louisiana, Jerry Lee Lewis demonstrou talento natural para o piano desde cedo. Apesar da pobreza, seus pais conseguiram um empréstimo para comprar um piano, e com um ano Jerry já desenvolvera seu próprio estilo de tocar. Assim como Elvis Presley, ele cresceu cantando música gospel nas igrejas pentecostais sulistas. Em 1950, ele entrou para o Southwestern Bible Institute em Texas, mas foi expulso por má-conduta (como por exemplo tocar versões rock and roll dos cânticos da igreja).

Deixando a música religiosa para trás, ele tornou-se parte do recém-surgido movimento rock and roll, lançando sua primeira gravação em 1954. Dois anos depois, no estúdio da Sun Records em Memphis, Tennessee, o produtor e engenheiro-de-som Jack Clement gravou com Lewis pelo selo enquanto seu dono, Sam Phillips, viajava para a Flórida. Como consequência, Lewis juntou-se a Elvis Presley, Roy Orbison, Carl Perkins e Johnny Cash na lista de astros que começaram sua carreira no Sun Studios na mesma época. Jerry e sua mulher (ao lado) uma prima de apenas 13 anos de idade

A primeira gravação de Lewis nos estúdios da Sun foi de sua distinta versão da balada country “Crazy Arms”. Em 1957, seu piano e o puro som rock de “Whole Lotta Shakin’ Goin’ On” renderam-no fama internacional. Logo viria “Great Balls Of Fire”, seu maior sucesso. Vendo e ouvindo Jerry Lee Lewis tocar, Elvis disse que, se conseguisse tocar piano daquele jeito, não cantava nunca mais.

As apresentações de Lewis eram dinâmicas. Ele chutava o banquinho do piano da sua frente para
poder tocar de pé, deslizava e batia suas mãos pelas teclas e até mesmo sentava em cima delas. Seu estilo frenético pode ser conferido em filmes como High School Confidential e The Girl Can't Help It.

A turbulenta vida pessoal de Lewis era mantida em segredo do público até que, durante uma turnê britânica em 1958, a imprensa descobriu que a esposa do astro (então com 13 anos) era Myra Gale Brown, sua prima de segundo grau de 13 anos. A situação provocou um escândalo público e a turnê foi cancelada depois de apenas três shows.

O escândalo seguiu Lewis para a casa na América e, como resultado, ele quase foi banido do cenário musical. Seu único sucesso durante a época foi uma versão de “What’d I Say”, de Ray Charles lançada em 1961. Sua popularidade ia se reerguendo aos poucos na Europa, especialmente no Reino Unido e na Alemanha. Um álbum ao vivo desta época, ‘’Live At The Star Club, Hamburg” (1964), gravado com o The Nashville Teens, é considerado como um dos melhores discos ao vivo de rock de todos os tempos. Entretanto, a fama se afastava dele cada vez mais nos Estados Unidos. Depois de mais de uma década tocando rock and roll, em 1968 Lewis começou a focar sua carreira na música country, obtendo sucesso considerável. Embora continuasse a tocar e viajar em turnê, ele nunca mais conseguiria alcançar o nível de sucesso que tinha antes do escândalo de 1958 (apesar do sucesso internacional do compacto “Chantilly Lace” em 1973).

Marcado por problemas com álcool e drogas depois de se separar de Myra em 1970, as tragédias continuariam quando seu filho Jerry Lee Lewis Jr., de 19 anos, morreu em um acidente automobilístico em 1973. No começo dos anos sessenta ele já havia perdido seu primeiro filho, Steve Allen Lewis, que afogou-se em uma piscina. O próprio comportamento irresponsável de Lewis no final dos anos 70 o levou a ser internado depois de quase morrer de úlcera. Depois disso, sua quarta esposa morreu afogada em uma piscina, sob circunstâncias suspeitas. Pouco mais de um ano depois, sua quinta esposa seria encontrada morta de overdose de metadona. Também viciado em drogas, Jerry Lee Lewis decidiu se recuperar na Betty Ford Clinic.

Enquanto celebrava seu quadragésimo-primeiro aniversário em 1976, Lewis baleou acidentalmente seu baixista Butch Owens na barriga. Pensando que a arma estava descarregada, ele a apontou para o colega de brincadeira e apertou o gatilho. Owens milagrosamente sobreviveu. Poucas semanas depois, em 23 de novembro, Lewis foi preso novamente por um incidente com armas, desta vez na mansão de Elvis Presley em Graceland. Lewis fora convidado por Presley, mas os seguranças não sabiam da visita. Quando questionado por eles o que fazia na frente do portão, Lewis mostrou uma arma e disse brincando que estava ali para matar Elvis.

Apesar de seus problemas pessoais, seu talento musical nunca foi questionado. Apelidado The Killer (O Matador) por sua voz poderosa e sua técnica ao piano, ele foi descrito por seu colega Roy Orbison como o melhor artista cru da história da música rock. Em 1986 Jerry Lee Lewis foi incluído na primeira leva de artistas a serem homenageados no Hall da Fama do Rock and Roll.

No mesmo ano ele voltou ao Sun Studios em Memphis para reunir-se com Orbison, Cash e Perkins e gravar o álbum Class of ‘55. Mas aquela não era a primeira vez que ele se juntava a Cash e Perkins no Sun Studios. Em 4 de dezembro de 1956 Elvis Presley apareceu para visitar Phillips. Na época Perkins estava no estúdio gravando algumas canções, com Lewis o cobrindo no piano. Os três então começaram uma jam sessiom, e Phillips deixou a fita gravando. Mais tarde ele telefonou para Cash e o trouxe para juntar-se aos outros. Essas gravações, a maioria de canções gospel, sobreviveriam e seriam lançadas anos depois em um CD sob o título de Million Dollar Quartet. Entre as faixas também estavam “Brow Eyed Handsome Man”, de Chuck Berry, “Don’t Forgive Me”, de Pat Boone e Elvis fazendo uma imitação de Jackie Wilson, que participava então do grupo Billy Ward and the Dominoes, cantando “Don’t Be Cruel”.

Em 1989 um longa metragem baseado no começo da carreira de Lewis, entitulado Great Balls of Fire!, trouxe Jerry de volta aos holofotes. O filme foi baseado em um livro escrito por sua ex-esposa Myra, e no papel principal estava Dennis Quaid, com participações de Winona Ryder e Alec Baldwin.

Lewis nunca deixou de fazer turnês, e os fãs que o viram se apresentar dizem que ele ainda consegue fazer um show único, sempre imprevisível, empolgante e pessoal. Depois de anos sem gravar nada, Lewis lançou um novo álbum em 2006 chamado "Last Man Standing" (último homem em pé). O álbum teve um grande sucesso de público e de crítica, sendo considerado por muitos como um dos melhores álbuns da carreira de Lewis. Em fevereiro de 2005, ele ganhou um “Prêmio Pelo Conjunto da Obra” da Record Academy, que também organiza o Grammy. Na premiação foi anunciado que seu novo álbum seria gravado com uma formação que inclui Eric Clapton, B. B. King, Bruce Springsteen, Mick Jagger e Keith Richards.

10/09/2008

Rock'n Roll: Quando tudo começou (01)



Hank Williams (abaixo), um dos precursores do rockabilly e Chuck Barry, o barra pesada do rock'n roll.

O rock'n roll foi o divisor de águas da música pop internacional. Sua história começou nos anos 1930, quando o blues, com suas raízes negras se transformou no rhythm and blues que, conseqüentemente viria a se transformar no rock. Foi um compositor, instrumentista e cantor chamado Hank Williams, que começou tudo. Nascido no Alabama, ele teve a maior importância para a música country. Antenado no som dos negros introduziu no gênero estratégicas musicais, tirando-o do gueto em que se encontrava para projeta-lo no pop nacional. Por isso Hank Williams é considerado um dos precursores do rockabilly, que foi revivido nos anos 1960 por bandas de rock como Beatles e Rolling Stones. A causa? A música Move It Over.
Coincidentemente, aos 29 anos, Hank Williams sofreu um ataque cardíaco fatal em 1953, justamente na mesma época que Elvis Presley, considerado posteriormente o Rei do Rock, entrava pela primeira vez num estúdio de gravação. Mas, o caldeirão das bruxas vem da alquimia da música negra. No primeiro ano da década de 1950, o cantor e saxofonista Jackie brenston (ao lado) gravou o hit Rocket 88, considerado o primeiro rock'n roll registrado em disco.
Depois foi a vez de Rufus Thomas, músico e disc-jóquei de Memphis gravar Ain't Gonna Be Your e Hound Dog (que Elvis lançaria com grande sucesso internacional no ano de 1956. Foi então que rock'n roll começou a levantar a poeira e tomou o seu rumo com Fats Domino, Guitar Slim e Lloyd Price, de Nova Orleans, juntamente com Johnny Ray, Eddie Boyd e uma dezena de cantores negros e brancos.
Foi assim que o rock, nos seus primórdios, começou a conquistar o mundo. De Memphis vieram Jerry Lee Lewis, Elvis Presley e Carl Perkins. de Los Angeles, Ray Charles, Little Richard e Edie Cochran. De Phoenix, Duane Eddy. De Nashiville Gene Vincent, The Everly Brothera, Johnny Cash e Roy Orbison. De Chicago Bo Diddley e Chuck Barry. De Detroit, Del Shannon, Johnny And The Hurricanes. De Nova Iorque, The Drifters, Carole King e Neil Sedaka. Do Texas, um dos grandes nomes do emergente rock'n roll, Buddy Holly, que deu uma conotação mais refinada ao novo estilo.
Gene Vincent And The Blue Caps e The Everly Trothers (abaixo)









PENSAMENTO

"O Diabo é o pai do rock. Foi ele mesmo quem me deu o toque" (Raul Seixas)


Abaixo, Eddie Cochran e Jerry Lee Lewis

10/07/2008

Uma jovem revelação

Guardem bem esse nome: Dinho Rodrigues. É um jovem cantor que interpreta canções latinas e que já estão agradando ao público amante da boa música.
Dinho, além de multi-instrumentista é um verdadeiro show man. Aquele tipo de artista que domina o palco e agrada o público nos shows que se apresenta. Vale conferir uma apresentação sua
no Youtube.
Sua carreira começou como dançarino fazendo parceria com uma menina aos 12 anos de idade. Foram muitas e muitas apresentações pelo Brasil e alguns países da América Latina.
Agora, com dois discos gravados, já está partindo para o terceiro como uma seleção de canções de dar água na boca em qualquer artista. Esse novo CD, com certeza, vai agradar ao seu público.
Certa feita, Dinho Rodrigues estava se apresentando num show em São Paulo. Um dos ilustres espectadores era o ex-Menudo Roy, que tinha adquirido os direitos do nome do grupo vocal portoriquenho. Roy viu e gostou da apresentação de Dinho. Moral da história: depois do espetáculo convidou o artista para integrar a nova formação do Menudo, que atualmente está sediado em Miami. Dinho agradeceu e preferiu seguir sua carreira solo, no que fez muito bem. Aguardem o novo CD desse artista multifacetado.

ANIVERSÁRIO



Esta canção vai especialmente para Yolanda, que está aniversariando neste dia sete de outubro de 2008.

PENSAMENTO MUSICAL
"Mana a carta a preguiça. O beijo à distância. Na palma da mão. Vou por aí, sou quase cigano". (Carlos Fernando-Geraldo Azevedo)



10/03/2008

Simplesmente Juliette Lews


Linda e maravilhosa em dois momentos






Uma artista com múltiplas qualidades e facetas. É atriz, cantora e modelo. Filha do ator Geoffrey Lews e da designer gráfica Glenis Batley, Juliette L. Lews tem dois irmãos e duas irmãos. Nasceu no dia 21 de junho de 1973, em Los Angeles, Califórnia. Fez sua estréia na televisão quando tinha apenas 12 anos de idade, e ao longo de sua carreira participou de cerca de 40 longas metragens, incluindo filmes para a televisão. Em 1992 o reconhecimento do seu talento sendo indicada para o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme Cape Fear (Cabo do Medo), que teve como estrelas principais Robert De Niro, Nick Nolte e Jessica Lange. Foi eleita Melhor Atriz no Festival de Veneza pelo filme Natural Born Killers (Assassinos Por Natureza), de 1994. Exuberante em desfile recente
Enquanto isso ela segue uma carreira paralela de cantora como vocalista principal da banda Juliette And the Licks, tendo em 2007 roubado a cena na cerimônia da décima-terceira edição do Video-Music Brasil com sua performance no show que agradou ao público e a crítica. E, para variar, Juliette Lews participou, no dia 20 de setembro de 2008, do desfile Miss Bikini Luxe, que aconteceu em Milão, Itália, aparecendo na passarela com diversos modelos. Com seu corpinho sarado chamou a atenção quando surgiu com uma minissaia colorida em estilo hippie e uma blusa com o decote quase até o umbigo.
Juliette é assim. Onde aparece rouba a cena para si. Sua carreira como cantora não é apenas para preencher o vazio entre um filme e outro. Ela é uma das boas intérpretes que surgiram no cenário do pop rock internacional. Talento a moça tem o bastante para abraçar as duas carreiras paralelas: a de atriz e cantora da banda The Licks. Vale dar uma entrada no Youtube conferir algumas das canções interpretadas por ela. Agrada em cheio, e por isso tem fãs espalhados no mundo inteiro.
Com sua banda Juliette Lews já lançou diversos álbuns e, em 2006, participou de três faixas do disco Always Outnumbered, Never Outgunned, do grupo de banda eletrônica The Prodigy. Naquele mesmo ano ela foi incluída pela revista Bender na lista das Dez Mulheres Mais Quentes do Rock. E bote fogo nisso, pois a garota é ardida que nem pimenta. Não foi à toa que ela namorou por muito com o cobiçado ator e galã Brad Pitt. Integrante da Igreja da Cientologia, chegou a casar com o famoso skatista profissional Steve Berra, em 1999. Porém o casamento demorou pouco tempo. Como integrante da banda Licks, a menina gravou apenas três álbuns, porém com um repertório de primeira categoria.

PENSAMENTO
"...Mas só agora descobri como a arte exige a solidão por companheira. Só agora sei da admirável dificuldade desta grande arte (a poesia)..." (Oscar Wilde)

9/29/2008

Cyndi Lauper: 25 anos de carreira




Cyndi Lauper em dois momentos: no palco em um de seus shows e em julho de 2008, na parada gay de San Francisco, na California.

A cantora pop americana, Cyndi Lauper está completando 25 anos de carreira solo e tem 55 anos de idade. Nasceu em Nova Iorque, no dia 22 de junho de 1953 e foi batizada com o nome de Cynthia Ann stephanie Lauper Thorton. Tão famosa quanto Madonna, mas com um visual escrachado, a moça fez sucesso ao longo dessa década e meia de atuação nos shows e nos discos.
Antes de começar a carreira individual, Lauper se lançou no mundo artístico com a banda Blue Angel, tendo gravado o primeiro álbum em 1980. Porém, o grupo se teve vida curta e logo se acabou. Ciyndi Lauper continuou tentando seguir individualmente, e só aos 30 anos de idade é que conseguiu o seu tão sonhado disco solo, She's So Unusual, em 1983, que lhe deu notoriedade no mundo inteiro, e o single do álbum, Just Want To Have Fun, atingiu o topo da parada, se tornando um hino para a geração MTV.
Não é por menos que, em 25 anos de carreira solo a cantora lançou onze álbuns, sete coletâneas e 31 singles, alcançando a marca invejável de 66 milhões de discos vendidos entre álbuns e singles. Seu segundo trabalho a tornou uma das estrelas da canção pop. Time After Time atingiu o primeiro lugar nas paradas. Ousada, ela gravou também a comentada e cultuada She Bop, uma música sobre a masturbação feminina, e com isso foi idolatrada pelas fãs espalhadas pelo mundo. Com isso, em 1984, ganhou seu ambicionado Gremmy como Cantora Revelação. Aos 31 anos de idade o prêmio parece ter chegado bem tarde, mas não para ela, que vem fazendo uma carreira sólida com sua voz de extensão de quatro oitavas, sendo considerada uma soprano leggero.
Para quem não sabe, Lauper foi a primeira cantora no mundo a emplacar cinco hits na parada da Billboard. Em 1985 ela participou do filme Os Gonnies, que tinha duas canções suas, The Goonies 'r' Good Enough e What a Thrill. As duas composições também chegaram às paradas de sucesso, comprovando e legitimando o seu talento como cantora pop. Para quem está lembrado Cyndi Lauper apareceu no vídeo e disco We Are The Word, para ajudar as crianças carentes da África. Mas foi no ano de 1986 que finalmente a artista escreveu seu nome definitivamente na música pop internacional com a gravação de True Colors, que se tornou um grande sucesso.
Como vai Cyndi Lauper atualmente? Vai muito bem, obrigado. Acaba de lançar um novo álbum com canções inéditas, Bring Ya To The Brink, em parceria com os melhores produtores de dance music, e no mês de julho de 2008 apareceu na parada gay de San Francisco, na Califórnia. Enquanto isso, ela está empenhada na sua turnê True Colors Tour 2.

PENSAMENTO MUSICAL
"...Se perto estou do meu peito. Muito mais do meu gemido. Do frio aqui contraído. entre a cama e o cobertor". (Carlos Fernando-Geraldo Azevedo)

9/26/2008

Os Ramones, uma homenagem ao produtor Phil Ramone

Nos velhos tempos, quando tudo começou


Só para lembrar a legendária banda Ramones, fizemos uma clonagem da Wikipédia.

Os Ramones foram uma banda estadunidense de punk rock formada em 1974, considerada como precursora do estilo, e uma das bandas mais influentes do rock.

No início dos anos 1970 surgiam várias vertentes do rock nos Estados Unidos e no Reino Unido; o punk rock foi uma delas. Em 30 de março de 1974 os Ramones tocaram pela primeira vez, como um trio (Joey, Dee Dee e Johnny). Em 16 de abril do mesmo ano, a banda realizou sua primeira apresentação no bar CBGB, que se tornava o refúgio do rock underground nova-iorquino da época. Ao longo de seus 22 anos de existência, os Ramones totalizaram 2.263 apresentações ao redor do mundo[2]. O último show foi realizado em Los Angeles, Califórnia, em 6 de agosto de 1996.

Em 2 de março de 2002 a banda foi incluída no Salão da Fama do Rock and Roll.



Ramones ao vivo: punk-rock da pesada








PENSAMENTO MUSICAL
"Quando você realmente chega a ser o número um, ou coisa assim, é diferente. O legal é o caminho até chegar lá". (John Lennon)

9/18/2008

Diana Ross, a grande diva da música




Diana Ross em início de carreira solo e com as Supremes, grupo vocal que a revelou para o mundo.





Diana Ross,nascida em Detroit, Michigan, nos Estados Unidos da América, em 26 de março de 1944, é a segunda filha do operário Fred Ross e da professora Ernesthine Earle Ross, casal que teve três filhas e três filhos. Mas quem teve o dom de cantar e encarar a carreira artística foi Diana. Tudo começou em 1959, quando ela formou seu primeiro grupo vocal, The Primettes, com as amigas Barbara Martin, Florence Ballard e Mary Wilson. Entre uma apresentação e outra em festinhas locais o conjunto assinou com a gravadora Montown, em 1961, e o nome foi mudado para The Supremes, que fez fama no decorrer da década de 1960.
Mas, quem se destacava no grupo Supremes era a vocalista Florence Ballard, considerada uma excelente cantora. Porém, Ballard tinha um sério problema de alcoolismo e depressão profunda, por isso foi substituída por Cindy Birdsong, em 1967. Depois ela tentou a carreira solo e chagou a gravar discos, mas a decadência estava decretada, e ela morreu pobre e esquecida em consequência de uma trombose. Mãe de três filhos, Ballard chegou a perder a casa onde morava, e isso fez com que a saúde da ex-vocalista das Supremes sofresse recaídas sobre recaídas. O jornalista Rchie Unterberge a considerou o fato como uma "das maiores tragédias do rock".
The Supremes foi um grupo que emplacou dezenas de sucesso entre 1963n e 1967, mas com Diana Ross se destacando nos shows e nas gravações dos discos, em 1967 passou a se chamar-se Diana Ross and The Supremes. Para se ter uma idéia do sucesso do conjunto, em 1963 e 1967, as meninas chegaram 12 vezes ao primeiro lugar das paradas de sucesso. Em janeiro de 1970, Diana deixou o grupo e partiu para uma bem sucedida carreira solo, fazendo sucesso logo na primeiro gravação, com Ain't no Mountain High Enough.

Naquele período, a cantora negra que se tornou a diva do soul, pop e R&B, também trabalhou no cinema, num papel de grande responsabilidade, interpretando a imortal Billie Holliday no filme Lady Sings The Blues, no qual foi também premiada pela trilha sonora. Perpetuando seu nome, Diana também gravou um disco em dueto com Marvin Gaye., cantor negro que foi morto pelo próprio pai, que lhe deu um tiro de revolver depois de sofrer ameaças de agressão por parte do filho.
Em 1975, Diana Ross apareceu em outro filme de sucesso, Mahogany, cujo tema, You Know Where You'Re going To? também alcançou o primeiro lugar nas paradas de sucesso, vendendo milhões de cópias no mundo inteiro.
No final dos anos 70, com a chegada da onda da discoteca, Diana Ross não se fez de rogada e gravou vários hits. Depois, assinou com a gravadora RCA, entrando em declínio e voltando para a Montown em meados dos anos 80.
A mulher Diana Ross teve duas filhas com o divulgador musical Robert Ellis Silberstein, dois filhos com o executivo norueguês Arne Naess Jr. (morto no ano 2000), e uma filha com o lendário Barry Gordy, fundador da Montown. Hoje, Diana Ross está mais recolhida e mas fazendo shows ainda bastante concorridos. Porém, em 2004, foi presa por dirigir embriagada e dirigir na contramão. No ano anterior havia se internado para se livrar do vícios das drogas e do álcool. Diana Ross é a diva, a lendária diva fonte de inspiração para todas as cantoras de R&B, soul, pop e blues. Continua a rainha de todos aqueles que a amam e reconhecem seu valor artístico.

PENSAMENTO
"Devemos sempre nos preparar para o fracasso. Isso torna ainda mais gratificante o sucesso" (Steven Spielberg).

9/12/2008

Christina Aguilera comemora os dez anos de carreira



Em dois momentos. Num deles uma pose à la Marilyn Monroe.

A cantora, compositora e produtora Christina Aguilera é uma artista que tem em suas próprias mãos o destino de sua bem sucedida carreira. Além disso, ela é uma mulher belíssima e sexy, exalando sensualismo em todos os poros. Nascida em Staten Island, nos EUA, em 18 de dezembro de 1980, é uma intérprete reconhecida no mundo inteiro graças ao bom trabalho que vem realizando ao longo de uma década. Não foi por menos que ela já ganhou quatro prêmios Grammy e um Grammy Latino.
Tanto empenho na qualidade de seus discos e dos shows resultou em mais de 45 milhões de discos vendidos no Planeta. Um recorde absoluto, tornando-a uma campeã de vendas das últimas décadas. Sua estréia no show buziness aconteceu em 1999, pela gravadora RCA, com o álbum que leva seu nome na na capa. O disco tornou-se um sucesso imediato, colocando Aguilera no topo das paradas com apenas 19 anos de idade. Naquele ano terminou por ganhar um prêmio Grammy de Cantora Revelação.
No ano seguinte a garota resolveu ir mais além e tornar sua carreira mais abrangente gravando um álbum para o mercado latino, Mi Reflejo, contendo versões em espanhol do primeiro álbum e algumas canções inéditas. O feito a tornou uma estrela de primeira grandeza, tornando-a a queridinha da indústria de shows e fonográfica. Christina Aguilera apenas ratificou que tinha chegado para ficar e que tinha talento.
O ano de 2001 talvez tenha sido um dos melhores para Christina Aguilera, pois ela gravou a canção Lady Marmalade para a trilha sonora do filme Moulin Rouge. Em 2002 ela entrou com tudo gravando Striprea, causando um impacto com formidável voz e postura sexy, sensual e provocativa. Mas ela não é só mais uma artista da nova geração, pois com o primeiro single Ain't No Other Man, do terceiro álbum Back To Basics, Aguilera mostrou que tem uma forte influência do jazz e do blues. Isso a transforma numa intérprete diferenciada.
Para este ano de 2008 a artista anunciou que seu greatest hits Keeps Gettin' Better - A Decade of Hits será lançado no dia 11 de novembro de 2008 com uma grande e abrangente comemoração pelos seus dez anos de atuação na música internacional. O álbum vem com músicas inéditas e duas regravações de sucessos anteriores. Considerada uma das maiores vozes da geração atual, com sua voz potente e poderosa é capaz de emitir notas muito agudas usando o whistle register (registro mais agudo da voz humana). Como cantora Christina aguilera é excepcional, sendo capaz de cobrir as extensões da contralto soprano ultraleggero. É preciso escrever mais sobre o talento dessa cantora e mãe?PENSAMENTO
"Não acredito que já se passaram dez anos desde o meu primeiro álbum e é legal colocar todas as minhas músicas favoritas numa coleção para os meus fãs" (Christina Aguilera)

9/10/2008

Martha Davis e banda Motels


A bela e sexy Martha Davis, vocalista da banda Motels, em dois momentos de sua vida.

A banda Motels ainda está por aí fazendo shows com a vocalista Martha Davis como principal atração. Formada nos anos 70 o conjunto começou a se destacar nos clubes noturnos de Los Angeles, a partir de 1979. Com seu estilo new wave, o embrião da banda tinha Lisa Brenneis (baixo), Dean Chamberlain (guitarra), Chuck Wada (guitarra base) e Martha Davis (vocalista e guitarrista). Em 1975, em busca de trabalho, os integrantes se mudaram para Los angeles, onde Richard D'Andrea assumiu o baixo e Robert Newman a percussão. Foi o primeiro passo para a gravação do álbum, pela gravadora Capitol, que teve uma boa repercussão junto ao público e a crítica.
Óbvio que, graças ao seu visual, ao seu estilo teatral de se apresentar no palco, além da boa voz, a sexy Martha Davis ficou sendo a atração principal da banda Motels. Não é por menos que ela foi considerada uma das figuras mais fortes que surgiram no cenário do rock da década seguinte. As apresentações do grupo Motels possuíam uma energia muito grande, de forte pegada, isso graças à presença marcante de sua vocalista e guitarrista. Com isso, o grupo não só conquistou os Estados Unidos como teve uma excelente recepção do público na Europa e no Canadá.
Hoje a turma do Motels ainda está na ativa, mas Martha Davis segue carreira solo paralela superlotando os locais por onde passa. Na carreira individual Martha prefere interpretar jazz, blues e um pouco de rock também, que foi marcante em sua carreira com os Motels. Ela está solo mas com o mesmo sucesso dos seus tempos de banda, e ao longo dos últimos anos vem trabalhando duro para fazer uma carreira mais consistente e duradoura. Aos 57 anos, Martha Davis não perde o pique de sua época de juventude. As turnês que o digam.



PENSAMENTO
"Quando chego ao quarto depois de um espetáculo, nesses momentos eu me sinto tão só que não consigo dormir" (Henrique Iglesias)

"Cuando me vienen a la cuarta después de un espectacular, en estos momentos me siento que sólo que no puedo dormir" (Henrique Iglesias)

9/08/2008

Seré que Britney Spears mereceu os prêmios?

Britney Spears na ponta esquerda, a cantora Pink e a atriz Lindsay Lohan.

Na festa da 25. versão do Video Music Awards, realizado no domingo,dia sete de setembro de 2008, deu de tudo. Seios aparecendo e...Britney Spears ganhando três prêmios: Clip do Ano, Clip de Cantora e Clip Pop. Tudo isso cheira a jogada promocional em cima da moça. Há dois meses Britney, que anda escandalizando meio mundo, estava em baixa, sendo severamente criticada pelas besteiras que faz fora dos palcos e dos estúdios. Porém, a Imprensa em geral quando quer reverter um quadro, ninguém segura. Não acredito que, de um dia para o outro, Britney Spears tenho conseguido talento suficiente para levar as três estatuetas. Você por acaso acredita nesse tipo de milagre? Bom, mas o que interessa é que a moça está inteira, com tudo em cima e rindo à toa por causa dos prêmios que conquistou.
Uma que deu um show arrasa-quarteirão no dia da premiação foi a gatíssima Christina Aguillera, que mostrou o que uma profissional faz em palco e empolgou todos aqueles que compareceram aos estúdios da Paramount, em Los Angeles. A artista de 27 anos segue uma carreira sólida e, logicamente, é muito mais cantora do que Britney Spears, que deveria ter repassado os prêmios para a bela Aguillera. Vocês ainda acreditam que premiar Britney foi correto? Foi acertado?

PS: As fotos de hoje foram copiadas do MSN

PENSAMENTO
"Gosto de esconder-me antes de um espetáculo e ficar vendo as pessoas entrarem. É uma visão incrível" (Henrique Iglesias)

9/01/2008

A banda Blondie continua em alta



A gatíssima vocalista da Blondie, Deborah Harry, nos anos 80, e atualmente, em show solo, aos 63 anos de idade


Quem diria, mas lá se vão 30 anos do lançamento do álbum Blondie's Parallel Lines, da banda norte-americana Blondie, que tem como vocalista Denorah Harry. Para comemorar os 31 anos de estrada do grupo, a gravadora EMI fez um relançamento do Parallel Lines em grande estilo, com o conjunto se apresentando no reservado festival Jack Radio Show, na California.
Tudo começou quando a então loiríssima sexy-punk Deborah Harry conheceu o excelente guitarrista Chris Stein na banda Angel And The Snakes, que depois mudaria o nome para Blondie, em 1974, e se tornaria famosa no mundo inteiro. Muitos apontam o sucesso da banda ao charme e estilo de uma das cantoras mais bonitas do mundo do rock. O que não deixa de ser um erro, pois o grupo era formado por excelentes músicos como Chris Stein(guitarra - tímpano), Clement Bulke (bateria), Nigel Harrison (baixo) e Frank Infante (guitarra). Criativa, a banda agradava (e ainda agrada) aos adolescentes e aos fãs do rock tradicional, muito embora o Blondie também tenha uma queda para o new wave.
De saída, assim que assinaram com a primeira gravadora, o conjunto emplacou, em 1976, o single com a canção In The Sun, porém foi mais aceito no Reino Unido, o que não deixou de ser ótimo para os seus integrantes. No mesmo ano gravaram o primeiro álbum, Blondie. Mas, o sucesso e reconhecimento só vieram no terceiro álbum, justamente o Blondie's Parallel Lines.
Os shows começaram no famoso Club 51, de Nova Iorque, e por algum tempo, com eram amigos dos Ramones, Deborah e sua turma fizeram diversas aberturas de shows para a banda punk americana. Como reconhecimento pelo serviço prestado ao rock, em 2006 o Blondie entrou para o Hall da Fama do Rock And Roll.
Apesar de ser uma banda duradoura, e de ter trocando alguns integrantes, Blondie continua em alta, arrastando centenas de pessoas para os seus shows, e cada vez mais conquistando uma uma platéia de adolescentes. As marcas do tempo (Deborah Ann Harry nasceu no dia primeiro de julho de 1945) não impedem Deborah, aos 63 anos, de ainda manter a mística e a forma em todos os concertos por onde o grupo passa. O Blondie está com a agenda repleta até o próximo ano, mas isso não impede que a loira continue em carreira solo à frente do seu The Jazz Passengers.

PENSAMENTO MUSICAL

"Entra e vem correndo para mim. O meu princípio já chegou ao fim. O que me resta agora é o seu amor. Traga sua bola de cristal. E aquele incenso do Nepal. Que você comprou no camelô. E me empresta o seu colar. Que um dia eu fui buscar. Na tumba de um sábio faraó". (Raul Seixas-Paulo Coelho)


Jovens adolescentes fãs do Blondie, neste ano de 2008, em frente a um hotel em Moscou